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Roblox virou ambiente favorável para predadores de crianças

1 DE DEZEMBRO DE 2025

Uma nova ação judicial alega que a plataforma Roblox falhou em adotar medidas de segurança capazes de impedir que um adolescente de Oklahoma fosse explorado por um adulto após contato inicial dentro do ambiente do jogo. O caso surge em meio ao aumento de processos relacionados à proteção infantil envolvendo a empresa.

A mãe do adolescente ingressou com a ação no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Norte da Califórnia, por meio do escritório Dolman Law Group. O jovem aparece identificado como “John Doe JH”, enquanto a Roblox é listada como ré. Segundo a denúncia, a plataforma teria se tornado um ambiente vulnerável à atuação de adultos mal-intencionados, oferecendo “acesso facilitado” a menores e falhando na triagem e monitoramento dos usuários.

O documento afirma que a suposta falta de proteção resultou em impacto psicológico severo para o adolescente. A queixa relata que a família acreditava que o aplicativo era seguro para crianças por ser divulgado e comercializado como tal, percepção reforçada pela comunicação institucional da Roblox. O processo sustenta que o adolescente era usuário frequente quando, em 2023, foi abordado por um adulto que se passou por alguém da mesma idade e utilizou estratégias de aproximação para estabelecer contato.

A ação pede indenização por danos emocionais, despesas médicas e outras consequências atribuídas ao episódio.

Em resposta, um porta-voz da Roblox afirmou ao The Christian Post que a empresa trata a proteção infantil como prioridade e não comenta casos em andamento. Segundo a empresa, somente em 2025 foram implementadas 145 novas iniciativas de segurança, incluindo ferramentas de denúncia, colaboração com autoridades e participação em projetos internacionais de combate à exploração infantil.

A plataforma anunciou recentemente que passará a exigir verificação de idade por reconhecimento facial ou confirmação documental antes de liberar interações entre usuários de faixas etárias próximas. A medida será adotada inicialmente em alguns mercados em dezembro e ampliada globalmente no início de janeiro. O representante ressaltou que a empresa opera com tecnologia de moderação contínua e limita recursos como compartilhamento de imagens e troca de informações pessoais.

Organizações de proteção infantil, porém, afirmam que os mecanismos da plataforma ainda são insuficientes. Tim Nester, vice-presidente de comunicações do Centro Nacional de Exploração Sexual, declarou que o histórico da plataforma motivou o processo atual e mais de 30 ações semelhantes. Para ele, ferramentas como bate-papo interno e acesso a conteúdos interativos permitiram brechas que favoreceram incidentes de exploração. Nester defendeu a aprovação da Kids Online Safety Act, em discussão no Congresso, para obrigar empresas de tecnologia a priorizarem segurança infantil no design de seus produtos.

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